Qual a melhor opção para investir em imóveis?

24 de abril de 2013

Investir em imóveis é uma boa opção para quem tem dinheiro sobrando e quer aplicá-lo. Embora atualmente os preços estejam elevados para compras a vista, principalmente para o consumidor que já usou os recursos do Fundo Garantidor de Tempo de Serviço, FGTS, o mercado de imóveis está aquecido. Com diversas oportunidades existentes no mercado, saiba qual se encaixa com o seu perfil:


Consórcio de imóveis

De acordo com o Portal Economia Estadão, o consórcio de imóveis vem sendo uma boa opção no mercado. “Se o horizonte de compra de imóvel é o médio ou longo prazo, especialistas recomendam o consórcio imobiliário. Entre as principais vantagens, está o custo, em geral mais baixo que em outras modalidades”. O consórcio imobiliário é semelhante ao de carro, o consumidor paga parcelas todos os meses e pode ser sorteado por meio de uma carta de crédito; ou pode ser contemplado caso dê o lance mais alto.
Refinanciamento imobiliário 
O refinanciamento imobiliário é outro produto facilmente encontrado. Nele, o proprietário do imóvel financia seu bem, recebe o dinheiro para comprar a nova propriedade e paga as parcelas do financiamento à instituição”, afirma o portal. Neste caso a dívida precisa ser quitada, senão o consumidor pode perder o imóvel refinanciado. É importante que o cliente seja organizado e analise as possibilidades e capacidade de pagamento, evitando dívidas.


Financiamento imobiliário 

O financiamento ainda é um meio muito utilizado para quem vai comprar imóveis, seja o primeiro ou o segundo. Ele possui parcelas mensais e é uma boa oportunidade para quem consegue poupar dinheiro com regularidade. É possível utilizar o FGTS para a ação, porém só em alguns casos, como indica o jornal Gazeta do Povo. “Uma das  situações que permitem a utilização do fundo é quando há perda do direito de morar no primeiro imóvel, seja por separação judicial ou divórcio. A outra possibilidade de uso do FGTS é quando se recebe um imóvel como doação ou herança e ele está em usufruto de outra pessoa”.


Compra de imóveis na planta

A compra de imóveis ainda na planta oferece vantagens devido a descontos, mas exige cuidado para que a negociação não se transforme em dor de cabeça. O preço do metro quadrado na planta é menor em comparação ao valor do imóvel finalizado, isso atrai muitos compradores. Entre os cuidados que devem ser tomados estão a análise da documentação do empreendimento e da incorporação imobiliária, a definição de crédito, a responsabilidade da construtora, o prazo de entrega, entre outros.


fonte: redimob

Financiamentos imobiliários no primeiro trimestre batem recorde na Caixa

24 de abril de 2013

A Caixa Econômica Federal bateu mais um recorde em 2013. Só no primeiro trimestre, o número de concessões de financiamentos realizados pela instituição chegou R$ 28,91 bilhões. O número representa uma alta de 31,7% em relação ao ano passado. Estabilidade econômica foi um dos fatores que impulsionaram as operações de crédito imobiliário.

De acordo com o portal Piniweb, do total contratado no período, R$ 17,04 bilhões foram referentes à aquisição ou à construção de imóveis individuais, enquanto R$ 11,87 bilhões (41% do total) corresponderam a financiamentos para a produção de imóveis (financiamento às construtoras para execução de empreendimentos).

Crédito imobiliário

Além da estabilidade econômica, entre os aspectos que ajudaram a impulsionar o crédito imobiliário, segundo a Caixa, estão o aumento da renda da população, a elevação do nível de emprego, a confiança do setor produtivo e a redução do risco bancário. Segundo o portal O Diário, só em Maringá, por exemplo, “o montante de crédito previsto para financiamento imobiliário em 2013, nos 121 municípios que compreendem a regional da Caixa Econômica de Maringá é de R$ 1,5 bilhão”. Ainda de acordo com a publicação, “em todo o Brasil, no ano de 2012, foram financiados R$ 106,74 bilhões. Para este ano, a previsão inicial era de R$ 120 bilhões, valor que foi revisado para R$ 126,5 bilhões, devido ao volume recorde de contratações somente no primeiro trimestre do ano”. 

 

fonte: redimob